27 agosto 2006

Quero acreditar.

Quero acreditar que "ganhei" um anjo lá em cima e que estará sempre a olhar por mim.

26 agosto 2006

Adeus, Amigo.

Choro como nunca chorei...
A dor e o vazio que sinto são indescritíveis.
Ontem fui a tua casa. Tinha saudades.
As conversas de sempre… as nossas conversas. Os nossos rituais.
Despedi-me como tantas vezes:
“Se não for antes, até um dia destes…”
Hoje acordei com a notícia da tua morte. Partiste.
Quero acreditar que partiste.
É o único reconforto que consigo encontrar…
a vontade de acreditar que nos encontraremos mais tarde… seja onde for.
Adeus, Amigo.
Até um dia destes…

You’re safe from pain in the dream domain
A soul set free to fly

17 agosto 2006

Como quase tudo que é bom...

... acabaram-se.
Apesar da multa (injusta - o que são 150 Km/h em auto-estrada?) e da lesão que ainda vai durar uns meses a sarar, foram mais umas férias inesquecíveis.
Já com saudades de nuestros hermanos, aqui fica um "cheirinho"...

Les Cases D'Alcanar
Peñiscola
Morella
PortAventura
Barcelona
Barcelona
Madrid
Madrid

29 julho 2006

Até ao meu regresso...

É hoje! É hoje!...

Férias 2006

27 julho 2006

Quadrazais...

Quadrazais

Usaste-me… Tu sabes que me usaste.
Premeditaste tudo… quase ao pormenor. E eu deixei.
Nunca vivi tanto em tão pouco tempo. Vivi o outro lado da realidade.
Rimos e choramos. Navegámos e encalhámos.
Respirámos e sufocámos. Amámos e desprezámos.
E o tempo sempre a correr…
Tu mostraste-me a fraqueza, eu dei-te a força.
Eu exibi-te o abandono, tu retribuíste com o desejo.
Tu demonstraste a carência de amor-próprio, eu não desisti de ti.
Eu desvendei-te a outra música e tu ensinaste-me a dançar… quase.
Mas acima de tudo, dançaste só para mim.
Entretanto o tempo terminou.
Era tempo de voares novamente para o teu ninho. O teu ninho.
Usaste-me… E eu deixei. Conscientemente.
Hoje, ao saber-te feliz, fico também feliz.
Porque quero acreditar que contribuí para isso.
Usaste-me… e ainda bem.

Phil's Studio © 2006

21 julho 2006

Já só falta uma semana!...

... e depois, descanso...

Vinarós

13 julho 2006

Onde é que eu já vi este filme?

Todos os dias a formiga chegava cedinho à oficina e desatava a trabalhar. Produzia e era feliz. O gerente, o leão, estranhou que a formiga trabalhasse sem supervisão. Se ela produzia tanto sem supervisão, melhor seria supervisionada?
Contratou uma barata, que tinha muita experiência como supervisora e fazia belíssimos relatórios. A primeira preocupação da barata foi a de estabelecer um horário para entrada e saída da formiga. De seguida, a barata precisou de uma secretária para a ajudar a preparar os relatórios e contratou uma aranha que além de mais, organizava os arquivos e controlava as ligações telefónicas.
O leão ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com índices de produção e análise de tendências, que eram mostrados em reuniões específicas para o efeito. Foi então que a barata comprou um computador e uma impressora laser e admitiu a mosca para gerir o departamento de informática.
A formiga de produtiva e feliz, passou a lamentar-se com todo aquele universo de papéis e reuniões que lhe consumiam o tempo! O leão concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga operária trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, cuja primeira medida foi comprar uma carpete e uma cadeira ortopédica para o seu gabinete. A nova gestora, a cigarra, precisou ainda de computador e de uma assistente (que trouxe do seu anterior emprego) para ajudá-la na preparação de um plano estratégico de optimização do trabalho e no controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se mostrava mais enfadada.
Foi nessa altura que a cigarra convenceu o gerente, o leão, da necessidade de fazer um estudo climático do ambiente. Ao considerar as disponibilidades, o leão deu-se conta de que a Unidade em que a formiga trabalhava já não rendia como antes; e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico e sugerisse soluções.
A coruja permaneceu três meses nos escritórios e fez um extenso relatório, em vários volumes que concluía: "Há muita gente nesta empresa".
E quem é que o leão começou por despedir?
A formiga, claro, porque "andava muito desmotivada e aborrecida".

11 julho 2006

O futebol também fala verdade.

Mundial 2006
(foto: www.maisfutebol.iol.pt)

"Confrontar o jogo palavroso, romântico e belo de Portugal com a terrível eficácia alemã lembra-nos que somos bem melhores a discutir do que a concretizar."

Manuel Carvalho in Público, 10-07-2006

28 junho 2006

No teu olhar...

Olhar
Dizes o que pensas que eu quero ouvir mas preferia que o sentisses. E não sei se sentes. Fazes aquilo que sabes que me agrada mas não sei se te apraz. Gosto da sinceridade do teu silêncio porque os teus olhos dizem quase tudo. Mas nem sempre gosto do que vejo neles. Às vezes preferia que me desprezasses com as palavras e me mentisses com o olhar… o contrário é mais doloroso.

25 junho 2006

Para reflectir...

Reflexão