Mostrar mensagens com a etiqueta Logo existo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Logo existo. Mostrar todas as mensagens

19 junho 2008

Não!

Assina a petição


30 maio 2008

Rock in Rio Crude.

Sorria...


29 maio 2008

Rock in Cartel 2008.

Eu não vou!


07 dezembro 2007

Ora, bolas... (continuação).

Ainda no seguimento da mensagem anterior, devo esclarecer o seguinte:
Se por um lado, o Ministério da Saúde trata-nos de um modo diferenciado, como se houvesse portugueses de 1.ª e de 2.ª, o Ministério das Finanças já nos trata de modo igual; todos pagam. Ou não fossemos contribuintes.
Na mensagem, referia-me a uma máquina que deveria pagar 5% de I.V.A., tratando-se de um equipamento que contribui para a saúde e qualidade de vida do paciente. Mas não. O aparelho utiliza pilhas. Como tal, tem que ser tributado com 21% de I.V.A.
Isto, sim, é aplicar as regras de um modo igual para todos. Ora bolas…



30 novembro 2007

Ora, bolas...

Sou um crítico deste governo que temos. Numa época de crise como esta que vivemos, que não pode haver margem para erros, acho que se tem feito asneiras atrás de asneiras. Não tenho usado muito este espaço para apontar o dedo ao governo português porque acho que não é o sítio indicado para o fazer. Prefiro fazê-lo em conversa, defendendo os meus pontos de vista, escutando as opiniões diferentes.
Hoje, faço-o em forma de desabafo.
Para quem não sabe, sou diabético insulino-dependente. Não me sinto uma vítima por sê-lo, mas como é fácil de imaginar, tenho algumas “chatices” com a doença. Apesar de ter uma vida perfeitamente normal, tenho de ter alguns cuidados, sendo o principal, a administração de insulina 3 a 6 vezes ao dia, por via injectável. Se fizer tudo como “deve ser”, ainda devo fazer 3 a 4 controlos diários da glicemia (nível de glicose no sangue), através da “conhecida” picada no dedo.
Há tempos, surgiram boas notícias para os diabéticos insulino-dependentes. Foi anunciado que começaram a comercializar uma máquina muito mais prática para administrar a insulina no corpo. Para não entrar em muitos pormenores técnicos e “chatos”, basta dizer que a tal máquina substitui as cerca de 180 injecções mensais que tenho de auto-administrar, por cerca de 10. Isto, sem falar no maior controlo que a máquina efectua sobre a doença e o aumento da qualidade de vida.
Ainda não havia pormenores comerciais, mas havia de ser cara, certamente.
- Ora, bolas…
No dia 14 de Novembro (dia mundial do diabético) o governo português anunciou que a máquina seria comparticipada a 100% pelo Estado. Excelentes notícias!
A minha consulta de Endocrinologia estava para breve; tinha que me informar junto da minha médica.
Afinal, não é bem assim. A verdade é que o governo português calcula que nos próximos 5 anos possa comparticipar 500 máquinas (100 por ano?).
- Ora, bolas…
Mas ainda não está tudo perdido.
- Mas quanto custa a máquina?
- 3.510 Euros! E os consumíveis custam cerca de 120 Euros/mês. I.V.A. incluído.

(Vá lá!...)
OK… Num universo de cerca de 60.000 diabéticos insulino-dependentes em Portugal, vamos passar a ter diabéticos de 1.ª e de 2.ª…
Mas, calma. Não é uma questão de sorte ou azar. Não...
Se não se tratar de familiares de ministros, secretários de Estado ou similares, os “candidatos” terão que ser examinados por uma junta médica para se certificarem que o paciente é “merecedor” ou não.
Será que estamos a falar das mesmas juntas médicas que têm examinado os professores que pediram reforma antecipada ou que estão de baixa?
- Ora, bolas…


(Fotos: Roche Portugal)



26 novembro 2007

Lei dos fumadores.

Sou fumador. Infelizmente, mas sou.
Vou falando da falta de vontade para deixar de fumar e tal… mas a verdade é esta: eu tenho prazer em fumar. E quando as coisas me dão prazer… torna-se muito difícil abdicar delas. Mas um dia destes, lá terá de ser. «O que tem de ser, tem muita força» e eu hei-de encontrar essa força que me tem faltado.
Como a maioria dos fumadores, cometo imensas barbaridades relacionadas com o vício, apesar de pensar que não sou dos piores, apesar de achar que até tenho algum cuidado… principalmente com os outros.
No início do pFumarróximo ano, entra em vigor a nova lei do tabaco*. No meu entendimento, deveria chamar-se a «lei dos fumadores». É única e exclusivamente para eles (nós) que a lei está direccionada. Não para o tabaco.
Mas voltando às faltas de racionalidade dos fumadores (e são tantas), o ano passado, nas férias, tive um caso que me envergonhou. Acho que foi a primeira vez que senti vergonha enquanto fumador «mal-pensante». No final de férias no nosso país vizinho, já no regresso, decidimos ficar dois dias em Madrid. Éramos quatro adultos (três fumadores) e duas crianças. Na primeira noite decidimos ir jantar no centro da cidade. Convém lembrar que era o primeiro ano que a nova lei dos fumadores estava em vigor em Espanha, se não me engano.
Escolhido o restaurante, entramos. Nós, os homens, íamos à frente, as mulheres e as crianças seguiam mais atrás. Um empregado dirigiu-se a nós.
- Quantas pessoas?
- 6. – Respondemos nós.
- Fumadores ou não-fumadores?
- Fumadores.
Mal respondemos, espreitou para trás de nós e viu os miúdos. De seguida, e sempre muito simpático, informou-nos:
- Estão acompanhados de crianças. Não podem ir para a área de fumadores. Sigam-me por favor.
Nem esperou pela nossa reacção. Começou imediatamente a dirigir-se para a área de não-fumadores, esperando que o seguisse-mos. E seguimos. Com vergonha, mas seguimos. “Toma e embrulha!” – pensei eu.
Voltei a confirmar a regra este ano. Em todas as estações de serviço das auto-estradas que têm áreas para fumadores, têm a seguinte informação:
“Área de fumadores. Proibida a entrada a menores de 16 anos nesta área.”
Este é um exemplo a seguir. Tanto se falou que íamos copiar a lei espanhola… mas não. Faltou-nos um bocadinho… assim. E esse bocadinho foi as crianças. Por cá, além da proibição de fumar nos estabelecimentos de ensino, nada mais é referido.
Nem copiar sabemos.
Antes que alguém pense que o bom-senso terá de imperar, eu digo já que não vai ser assim. Se os fumadores tivessem bom-senso, nem sequer fumavam, não é? E eu sou um "bom" exemplo. Em casa só fumo na varanda. No restaurante, queria um lugar para fumadores… Pois…

* Acrescentei uma Circular Informativa sobre a «Lei para os fumadores» na coluna direita deste Blog. Pode ser consultada em “Utilidades e Coisas Interessantes”.


30 outubro 2007

Ando por aí...

Não tenho actualizado este espaço, dado que tenho andado ocupado com a organização de um pseudo-clube de "bons rapazes" que se reúnem uma vez por semana.
Tem dado algum trabalho mas tem sido recompensador (não materialmente).
Mais pormenores no Blog do Quase Futebol Clube.


17 agosto 2007

Aviso.

Férias!


12 fevereiro 2007

Tuga, o despreocupado.

Referendo, dia 11/02/2007:
«Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras 10 semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?»

Resultados:
- Não:
17,77% (40,75% dos que votaram)

- Sim:
25,84% (59,25% dos que votaram)

- Decidam vocês que eu não estou para me chatear:
56,39%

28 maio 2006

A Portuguesa.

Bandeira de Portugal

Gosto de futebol.
Não sou um grande adepto; apenas simpatizante.
Hoje estive a ver a nossa selecção de Sub-21. O jogo era contra a Alemanha. Ganhámos por 1-0. Não chegou. Precisávamos de vencer por uma diferença de 3 golos para continuar no campeonato Europeu. Paciência. Para o próximo mês teremos o Campeonato do Mundo.
Mas há que admitir. O futebol tem “poderes” que mais nenhum desporto tem, pelo menos em Portugal.
Comecei logo por ficar com “pele de galinha” e uma lágrima no canto do olho antes do início do jogo. Ver quase 30.000 pessoas no estádio a cantar o nosso hino… com aquela alma, com aquela paixão, com aquele orgulho… é fantástico!
No final, mais um arrepio. Apesar de o resultado não ter sido satisfatório, os mesmos portugueses gritavam “Portugal! Portugal! Portugal!”
Assim, vale a pena. Mas pena, é ser apenas o futebol a dar-nos esse espírito.

P.S.: Não sei porquê, mas ninguém ensinou o hino português à minha geração. Se calhar, foi mais um dos factores que ajudou à perda do orgulho e da identidade nacional.
Tenho muita fé nesta nova geração que agora se está a formar. O meu filho, agora com 7 anos, desde muito pequenito que canta o hino português.

Para quem ainda não sabe, aqui fica a versão integral:
A Portuguesa

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo,
O esplendor de Portugal
Entre as brumas da memória,
Ó pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória.

Às armas! Às armas!
Sobre a terra, sobre o mar!
Às armas! Às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!

Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu
Brade a Europa à terra inteira
Portugal não pereceu!
Beija o solo teu jucundo
O oceano a rugir d’amor
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

Às armas! Às armas!
Sobre a terra, sobre o mar!
Às armas! Às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!

Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas! Às armas!
Sobre a terra, sobre o mar!
Às armas! Às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões marchar, marchar!

Música: Alfredo Keil
Letra: Henrique Lopes de Mendonça

28 abril 2006

Receita...

Portugal
Encerram-se as escolas no interior do país que têm menor número de alunos.

Transferem-se efectivos policiais das zonas do interior (onde há menor número de habitantes) para o litoral.

Fecham-se as maternidades nas localidades do interior onde se nasce cada vez menos.

Fecham-se os postos de saúde com menor número de "clientes".

Transmite-se a ideia de que se está a arranjar incentivos para as pessoas não continuarem a "fugir" do interior para o litoral.

Então, criam-se melhores infraestruturas rodoviárias...

Resultado: as pessoas podem "fugir" mais rapidamente e com maior segurança.

02 abril 2006

Inauguração...

Sê bem-vindo(a).
Não sei o que isto vai dar, não sei como vai resultar (se é que vai resultar).
Sei o que me motivou: a vontade de partilhar.

Por estas bandas, podes esperar tudo e podes esperar nada. Se optares pela segunda hipótese, terás certamente menos decepções. Fica a sugestão.
Uma explicação:
A “marca” Phil’s Studio foi criada há 25 anos. Surgiu da minha primeira necessidade em deixar a minha “marca”, sem deixar o meu nome (dava mais estilo). Surgiam os primeiros pedidos para gravação de cassetes*. Assim, os desconhecidos não sabiam a sua origem e os amigos sabiam “o” que era o Phil’s Studio. Até hoje, e ao longo de tantos anos é uma “marca” que continua a acompanhar-me. Qualquer brincadeira que faça, lá está: Phil’s Studio.
Quando me decidi a criar esta coisa, este estúdio de partilhas (a que a maior parte das pessoas chama Blog), a primeira e única certeza que tive, foi o nome. E aqui está ele.
Chamo-te a atenção para a barra do lado direito. Dado que não há certezas em relação ao conteúdo deste Blog, tentei que a barra fosse o mais útil possível (aceita-se sugestões).
Vamos ver o que o tempo disponível (cada vez mais escasso) me liberta para vir cá colocando qualquer coisita…
Aparece sempre.
Vai comentando (se tiveres coragem).
Aquele abraço.
* Para os mais novos, uma explicação:
Cassete – Uma espécie de caixa plástica que no seu interior continha uma fita magnética regravável. Nessa fita, conseguia-se gravar meia dúzia de Megabytes em áudio. As cassetes eram reproduzidas nas aparelhagens de casa, nos auto-rádios e nuns aparelhos portáteis (equivalentes aos actuais leitores de MP3 portáteis). Não tinha formatos suportados; era gravada directamente de discos em vinil (que eu explico o que eram noutra altura) ou através de microfone.
(De repente, comecei a sentir-me velho…)